Imprensa popular

Muito se tem falado sobre a SMILE, em parte sobre o facto de, teoricamente, as córneas tratadas com SMILE deverem ser biomecanicamente mais fortes do que as córneas tratadas com LASIK (mais do estroma anterior mais forte é deixado intacto em comparação com o corte físico de um retalho no LASIK e a sua elevação para efetuar a ablação do estroma subjacente). Mas e o PRK? Trata-se de uma ablação do estroma anterior depois de se ter acabado de remover as células epiteliais acima dele, na superfície da córnea. Portanto, a questão mantém-se: qual é o mais forte? PRK ou SMILE? A resposta curta é que o PRK é mais forte.
Eu voo. Muito. Para educar, informar, formar cientistas e cirurgiões nos últimos avanços do cross-linking. Sim, preocupo-me com a minha pegada de carbono. Sim, sinto falta da minha família quando estou fora. Mas é importante que isso seja feito, e explico neste blogue exatamente por que razão isso é verdade.
Jonathan Kahn, da EyeWorld, entrevista Farhad Hafezi sobre um novo método que pode melhorar a eficácia do cross-linking corneano para o tratamento de ectasias corneanas como o #keratoconus: arrefecer a córnea!
Quinze anos após a aplicação clínica do cross-linking corneano, estamos a recolher um número crescente de resultados a longo prazo de pacientes
Nikki Hafezi numa entrevista em vídeo à Touch Ophthalmology sobre os destaques da reunião da ESCRS 2017 em Lisboa.
.
.